28/02/07

Erro crasso!

Esta nossa Língua Portuguesa...

Cartão Vermelho ao Inalco (Instituto de Alcoologia) !!!

Sugestão de leitura


Beatriz e os Corpos Celestes

Beatriz e os corpos celestes, é um romance sobre os labirintos do amor, numa linguagem tecida de erotismo e poesia que, depois do romance: Amor, Curiosidade, Prozac e Dúvidas, confirma Lucía Etxebarría como uma das mais surpreendentes revelações literárias dos últimos anos. Beatriz e os Corpos Celestes foi galardoado com o prémio NADAL de 1998, o mais antigo e um dos mais prestigiados das letras espanholas.




Nós, que somos diferentes das outras

Quatro mulheres sós, sem companheiros românticos, sem filhos, longe das famílias. Através das suas histórias cruzadas, emerge o retrato de uma cidade em que toda a gente parece conhecer-se, mas onde de facto, cada ser vive no anonimato da sua identidade e os seus sentimentos. Com um misto de crueldade e humor, a autora interroga os tradicionais papéis femininos e a sua validade neste nosso presente. Lucía Etxebarría desmonta a lógica (ou a falta dela) da nossa existência urbana. No fundo do túnel, há talvez uma nova forma de redenção. Mas por um preço.

Lucía Etxebarría


Nasceu em Bermeo, Biscaia, e estudou num colégio de freiras em Valência. Licenciada em jornalismo, é em 1997 que se estreia como romancista, com Amor, Curiosidade, Prozac e Dúvidas, posteriormente adoptado pela autora ao cinema. Mas há-de ser no ano seguinte, com Beatriz e os Corpos Celestes, que alcançará reconhecimento, ganhando o Prémio Nadal e sendo apontada como uma das promessa da literatura espanhola. Outro dos grandes atractivos da autora de Beatriz e os Corpos Celestes é o facto de saber fazer mover confortavelmente os seu personagens por cenários urbanos, em que tanto os bairros ricos de Madrid como os bares degradados ou as discotecas industriais são descritos de forma crua, franca. Ambientes que nos são inquietantemente familiares, emoções, desencontros e conflitos que poderiam bem ser os nossos – é, notoriamente, a escrita de uma pessoa jovem e perspicaz, apostada em seduzir o leitor exactamente pelo encanto e realismo da sua juventude e da sua inteligência. A jovem escritora espanhola tem conseguido, ao longo das suas obras, explorar personagens, emoções e a violenta ambiguidade dos sentimentos humanos com uma linguagem vigorosa e certeira e, ao mesmo tempo, jovial e despida de complexos.
Os seus artigos, contendo reflexões sobre a mulher na sociedade e sobre a literatura, causam controvérsia. É, no entanto, apreciada pela crítica. Para além de romances, é autora de contos, poesia, guiões cinematográficos e até uma biografia da cantora Courtney Love.
Fonte: Muita Letra

Punição Exemplar

Segundo a Agência Lusa, a Directora Regional deEducação do Norte, Margarida Moreira, considerou inaceitáveis as ocorrências de agressões a professores, em escolas primárias do Porto, exigindo uma punição exemplar para os autores dos actos em questão. O caso mais "mediático" da última semana, aconteceu na escola do Cerco-Porto, onde a mãe de uma aluna agrediu violentamente uma professora, suspeitando que a mesma tivesse agredido a sua filha.
Igualmente no Porto, concretamente em Campinas, o avô de um aluno da escola básica de 1º ciclo, agrediu um professor numa aula de desporto, que teve de receber assistência hospitalar na sequência das agressões.
Um facto curioso (ou não) é que, ambas as agressões foram inflingidas em professores de actividades de enriquecimento curricular... Situações destas acontecem um pouco por todo o País, infelizmente, e tendem a aumentar.
De acordo com números divulgados no Parlamento - pelo Coordenador de Segurança Escolar, João Sebastião - no ano lectivo de 2005/2006 registaram-se 390 agressões a docentes, dentro ou nos acessos aos estabelecimentos de ensino. Números bastante preocupantes!
Se o comportamento da criança é um reflexo do meio onde está inserida, com exemplos desta natureza, o que poderemos esperar deles no futuro...?
Cartão Vermelho para estes Encarregados de (má) Educação!!!

27/02/07

O Túmulo Perdido de Jesus

Estourou a polémica!

Jesus não resuscitou. Quem o afirma é James Cameron, produtor do documentário O Túmulo Perdido de Jesus, a ser transmitido no Discovery Channel. O realizador, judeu canadiano Simcha Jacobovici, afirma que o documentário baseia-se em provas concretas: análises de ADN, estatísticas e análises forenses. O início da investigação remonta a 1980, quando umas escavações nos subúrbios de Jerusalém colocam a descoberto uma cripta com dois mil anos. No interior estariam 10 caixões com inscrições em aramaico, que só foram decifradas 20 após a descoberta: Maria, Mateus, Jesus filho de José, Maria Madalena e Judas filho de Jesus. Será uma terrível coincidência? Ou trata-se realmente da família de Jesus?
Foto: Correio da manhã

A ser confirmado, esta polémica poderá abalar os pilares fundamentais do cristianismo. A ser confirmado, como irá o Vaticano lidar com as descobertas? O que se encaixará no lugar vazio da ressurreição...? A ser confirmado, como justificar que o seu Jesus redentor foi casado com uma prostituta, e teve filhos, frutos do pecado...?

No meio disto tudo, onde se irá encaixar o celibato e falsos moralismos?

As águas foram agitadas, as estruturas tremeram, o Vaticano não se pronunciou...

Ora aqui está um assunto digno de ser acompanhado!

26/02/07

Nostalgia

Existem odores, sons, cores, sensações, letras que nos remetem para lugares distantes.

No baú onde se guardam fragmentos do passado, podem esconder-se as mais lindas emoções que, apesar de perdidas no tempo, jamais serão esquecidas...

Hoje, ao som de Queen, o tempo parou. Regredi 20 anos... Relembrei 100 sonhos... Revivi 1.000 emoções... Nostalgia!

Freddie Mercury foi a personagem que coloriu a minha conturbada adolescência, a representação da liberdade de expressão, o sinónimo de irreverência, imortalidade e genialidade musical, o ícone de muitas gerações, o Deus dos palcos e das multidões, maestro de musicas e vidas, embaixador das razões e emoções, único e incomparável.



" Pode ter-se todo o ouro do Mundo e ser o homem mais solitário da Terra, e esse tipo de solidão é a mais amarga"


"Gosto de levar uma vida de extremos, é essa a minha natureza. Ninguém me diz o que eu devo fazer ou deixar de fazer."


"Muito do que eu faço é representação, como um actor. No palco, finjo que sou macho. Nos vídeoclipes eu faço vários personagens, sempre a representar."

16/02/07

Final de Semestre

Finalmente o primeiro semestre chegou ao fim... Para uns terminou de uma forma bastante positiva; para outros de forma tranquila e para os restantes, nem tanto assim. O importante é que conseguímos aguentar a pressão na recta final, sem grandes litígios entre nós, ou pelo menos sem litígios que deixem sequelas graves na relação do grupo. Confesso que contava com mais "desistências" pelo caminho... Mas ainda a procissão vai no adro.
Se as notas finais não forem as mais agradáveis, não devemos sentir-mo-nos inferiores em relação aos colegas, devemos sim, questionar-mo-nos se fizemos o suficiente para merecer avaliações mais elevadas. Afinal, qual foi o grau de empenho de cada um? Foi suficiente? Homogéneo? É evidente que não, e todos estamos conscientes disso. Devemos fazer uma reflexão, não somente sobre o nosso esforço e dedicação em relação aos estudos, mas também sobre o nosso comportamento/ postura em relação aos colegas de turma. Somos uma especíe de comunidade e como tal, tudo o que diga respeito aos outros, acabará por nos afectar directa ou indirectamente e tanto no aspecto positivo como no negativo.
Estou muito aliviada por ter terminado esta etapa, mas não consigo deixar de sentir uma ponta de tristeza, por esse término não ter sido um momento de alegria e saudade antecipada, por todos nós. Provavelmente o espírito de grupo não tem um significado válido para todos...
Particularmente, sinto-me esgotada e vou dedicar estas férias à introspecção. Esta parece-me a fase indicada para ponderar sobre o início da caminhada e se este é o trilho certo que irá conduzir-me ao destino que pretendia. Após uma auto-avaliação (as noites são muito longas), já não estou tão convicta de que estou no caminho certo. O "número" que irá caracterizar o meu desempenho durante o semestre não ocupa o meu pensamento, estou certa que é justo e adequado à minha prestação. O que me leva a pensar, isso sim, é o porquê de não me ter sentido impelida a lutar por bons resultados, o que me remete para algumas questões: Tenho perfil e competências? É isto que eu quero? É neste período de férias que espero encontrar as respostas, para poder tomar decisões quanto ao futuro.
O balanço geral tem tanto de positivo quanto de negativo, isso é normal...
É inegável que o convívio entre nós é bom! É perceptível que foram criados alguns vínculos na turma! Mas, também é justo dizer que nem todos estiveram "voltados para o próximo" - pecando com enorme sofreguidão e dedo apontado, a um qualquer colega de grupo - numa vã tentativa de sobreviver ao naufrágio - principalmente na fase final . Nos momentos de maior pressão, foi bastante desagrádavel verificar atitudes egoístas e cínicas, em nome do proveito próprio... É igualmente desagradável e bastante triste constatar que surgiram problemas sérios a alguém da nossa turma, e que os mesmos passaram completamente "ao lado" da maioria de nós. Tenho muita dificuldade em entender isto. Afinal, daqui a três anos não vamos todos estar voltados para o " social"?
Se agora "o" ignoramos e lidamos com indiferença, como é que será daqui a três anos...?
A forma como lidamos com os assuntos e as pessoas, não será uma antevisão daquilo que seremos enquanto profissionais, após a formação...?
Talvez eu é que esteja errada, aceito! Mas não consigo manter esse distanciamento e ignorar o que se passa ao meu redor, como é que se consegue isso?! Concordo que a indiferença é mais simples e menos nocíva, mas encaro isso como uma característica pouco abonátoria para o ser humano.
Mas nem tudo foi cinzento, claro! Existiram óptimos momentos, aprendemos muito uns com os outros e devemos aproveitar isso para limar as nossas arestas e colmatar algumas lacunas. Pessoalmente, já o fiz... Se bem que somente na fase final, mas nunca é tarde! Tentei ser mais organizada e cumpridora de prazos, e abdiquei da minha máxima: "não sou escrava do tempo".
Também é justo referir que a minha "irresponsabilidade ou despreocupação" só afectava a minha pessoa, e não se fazia sentir enquanto grupo.
Outro aspecto interessante foi ter tido oportunidade de conhecer e conviver com a diversidade de pessoas que compunham o nosso grupo - nota 19!!!
O "outro grupo" - os professores - na sua maioria, revelaram ser acessíveis, dedicados, compreensivos e óptimos profissionais, para esses, nota 18 - isto de dar notas é bom!!!
Não posso deixar de fazer um apontamento sobre "uma pessoa" que se revelou uma positiva e agradável surpresa - e, para mim- é um modelo a seguir!!
Desejo a todos uma óptimas férias, descansem bastante!!!

13/02/07

À beira de um Ataque de Nervos...

Parece cliché, mas não é! Estou mesmo à beira de um ataque de nervos, tal CatWoman quando lhe tiram o chicote.
Acordei antes das galinhas. Ainda elas não sonhavam em cacarejar e já eu estava de olhos pregados no tecto a tentar perceber que dia era hoje, e quais as tarefas adicionais para além da responsabilidade laboral. Entrei em pânico! A minha presença na homenagem fúnebre de um ente querido é imprescindível, e com tanta tarefa acumulada com prazos ultrapassados é muito difícil guiar-me por cronogramas ou gerir de forma adequada o tempo. Perante esta sobrecarga vertiginosa, resta-me um escape ilusório que me projecta para um mundo paralelo, atenuando por breves instantes a sensação de ataque de nervos e/ou pânico.

Ataque de Nervos e possíveis resoluções
Em caso de pânico devemos procurar resoluções adequadas, ao que, detectando ser este o caso dirijo-me ao hospital mais próximo...

Recepcionista: “Afinal do que se queixa...?”
Eu: “Estou à beira de um ataque de nervos!”
Recepcionista: “Mas quais são os sintomas...?”
Eu: “Não sei explicar, acho que não estou no meu juízo perfeito! Preciso de ajuda, de alguém que ensine como lidar com o pânico!”
Recepcionista:” A senhora pode tirar a senha, mas deixe que lhe diga que todos se lembraram que estavam com gripe e o tempo de espera ronda as 19h...Se puder vir noutro dia...”
Eu: “19h??? “....Grrrrr...@#;.*»>&#@£...

Com a triste confirmação de que o Hospital não seria o local adequado para me libertar do pânico, recorro ao Posto de Saúde da minha área de residência...

Recepcionista: “Diga fachavor
Eu: “Por gentileza, será possível o meu médico de família atender-me como urgência?”
Recepcionista: “ Mas pra quê? Do qué que se trata?”
Eu: “ ...Pânico absoluto, estou à beira de um ataque de nervos...”
Recepcionista: “ Olhe, o Dr. Chegou 2 horas atrasado, e ainda tem 126 doentes para atender. Se esperar no café da esquina, talvez daqui a 7 horas eu possa dizer se ele a atende ou não...mas aviso já que ele hoje sai mais cedo porque joga o Benfica”
Eu: “No café da esquina?!”
Recepcionista: “ Sim, no café do Sr. Jaquim... uma das salas de espera está completamente cheia, a outra está toda gomitada e a mulher da limpeza hoje não veio porque o filho apanhou piolhos e não o aceitaram na escola...”
Eu: “....Grrrrr...@#;.*»>&#@£...”

Completamente desapontada e consciente de que o pânico assumia uma envergadura maior a cada passo que eu dava, lembrei-me do SAP – Serviço de Atendimento Permanente! Dirijo-me para lá, feliz e contente da vida, vislumbrando uma solução para o meu Ataque de Nervos! Mais feliz fiquei quando reparei que o estacionamento estava vazio, o que significava que o tempo de espera seria diminuto... Deparando-me com a porta fechada, dirijo-me ao segurança do espaço:

Eu: “Bom Dia! O que aconteceu, a porta está fechada!”
Segurança: “ Claro que está fechada! A Sra. quando sai de casa deixa a porta aberta?
Eu: “Peço desculpas, mas não entendi...”
Segurança: “ Se só funciona das 18h às 2h, é claro que fora desse horário está fechado...”
Eu: “Mas isto não é um Serviço de Atendimento Permanente?”
Segurança: “ Sim, e é permanente, das 18h às 2h”
Eu: “....Grrrrr...@#;.*»>&#@£...”

Completamente desesperada entro no carro e respiro fundo, apelando à calma e concentração. Só tinha que pensar, quem é que está habituado a lidar com casos de pânico, ataques de nervos, ou desesperos... Claro! Os Serviços de Finanças!!! Dirijo-me a uma repartição:

Eu: “Bom dia! Por gentileza, talvez possa ajudar-me. Os funcionários das Finanças têm formação adequada para lidar com situações de desespero por parte dos contribuintes, certo?
Funcionária da Repartição: “Sim, lidamos diariamente com situações muito dramáticas.”
Eu: “Assim sendo, poderá ajudar-me por favor? Estou desesperada, à beira de um ataque de nervos... o que poderá dizer-me numa situação destas?”
Funcionária da Repartição: “ Nessas situações o que fazemos é o Arrestamento de Bens. Se me der a sua morada, mando lá uma camioneta para os recolher, e um oficial de justiça para assegurar a legalidade do acto em questão... Outra possibilidade é o Congelamento de Contas Bancárias, o que implica que lhe ficará vedado todo e qualquer movimento bancário. Também podemos penhorar PPR´s (Plano Poupança Reforma) e Seguros de Saúde. O que prefere?”
Eu: “....Grrrrr...@#;.*»>&#@£...”

Ciente de que o meu problema não tinha solução, decido tomar uma medida drástica! Ligo para os Bombeiros e informo de que me vou atirar ao mar:

Eu: “ Bom Dia! Estou á beira de um ataque de nervos, e estou a ligar para informar de que me vou atirar ao mar!
Bombeiro: “ Correcto e afirmativo minha senhora!”
Eu: “ Se doravante alguém pudesse cuidar da higiene diária da minha cadelinha...”
Bombeiro: “ Correcto e afirmativo minha senhora! Pense bem se é isso que quer fazer porque, os helicópteros de resgate e salvamento só chegam aos locais duas horas após ser emitido o sinal de alerta, e depois disso ainda lhe esperam sete horas de viagem ambulatória até ao hospital, isto se não houver nenhum acidente pelo caminho...”
Eu: “....Grrrrr...@#;.*»>&#@£...”


Realidade ou ficção? Será que isto aconteceu?
Não aconteceu, mas podia ter acontecido porque estou mesmo:


À beira de um ataque de nervos!!!

07/02/07

Disney on Ice - Eu vou...!!!

Sete Aventuras Mágicas com sete Princesas Disney!
Deixem-se levar pela magia das Princesas Disney favoritas: a Cinderela, a Jasmine, a Ariel, a Bela Adormecida, a Belle, a Mulan e a Branca de Neve juntam-se para proporcionar momentos únicos e inesquecíveis. Embarquem já nesta viagem fantástica cheia de romance, aventura e diversão: como num golpe de magia, a pista converte-se num enorme castelo que se ergue e transforma em frente dos espectadores. Com as mudanças de cenários o público é levado numa viagem à volta do mundo: voando com a Jasmine em volta de um castelo árabe, mergulhando com a Ariel no seu reino subaquático, ajudando a Flora a libertar a Bela Adormecida do seu feitiço diabólico e muito, muito mais! Cada cena toma vida com a música, a magia, os adereços incríveis e as coreografias de patinagem espectaculares das Princesas Disney favoritas.
Informações
Local: Pavilhão Atlântico
Data: de 28 Março a 30 de Março Horário da sessão: 20:00
Data: de 31 de Março a 1 de Abril Horário das sessões: 11:00 16:00 20:00

Idade Mínima: 3
Duração do espectáculo: 120 minutos

Plateia VIP - 35.00€
Balcão 0 - 25.00€
Balcão 1 - 20.00€
Balcão 2 - 15.00€

A Nobreza de um gesto...

Neste post não vou deixar-me arrebatar por laivos de loucura como é habitual. Hoje é dia de realçar as sensações que vivenciamos diariamente no ISCE. Apesar de esporádicamente existirem fricções entre nós ( o que é perfeitamente normal e aceitável ) ao analisar-mo-nos com algum distanciamento, verificamos a coesão e união do nosso grupo. É com bastante carinho e enorme orgulho que proclamo aos 4 ventos ser aluna deste Instituto. Não que seja uma aluna brilhante e esteja na forja um qualquer prémio Nóbel, mas porque sinto e sei que a qualquer dificuldade inerente ao curso, poderei contar com apoio e ajuda não só dos meus estimados colegas, mas também dos professores. E isso ratitos, é um bem muito precioso!

Em poucos ou nenhuns estabelecimentos de ensino superior vemos colaboração por parte dos professores, fora do horário das aulas. E o que dizer acerca dos parcos minutos que dividimos diariamente (alunos e professores) nas humildes mesas do bar, ao sabor de um cafézinho e embalados pela boa disposição? Ainda que com contornos semi-formais, este tipo de interacção é muito importante para todos nós. Dão-nos força anímica, confiança em nós próprios e impedem-nos os terríveis pensamentos, comuns aos estudantes universitários, de que somos somente um número e que estamos num patamar bastante inferior.

Não é novidade para ninguém de que tenho algumas dificuldades com as regras, sou uma "baldas", péssima no cumprimento de prazos, a vida para mim é uma festa e não levo nada a sério... Correcção, não levo (quase) nada a sério. Hoje é sério e não podia deixar de registar um acto nobre e atencioso, por parte de alguém que "perdeu tempo" a pensar nos RATOS. Assim sendo, vou deixar-vos aqui um poema escrito pela nossa Prof. de Metodologia da Investigação.

Não, não pedi autorização para publicar... espero não levar uma daquelas reais porradas!
Aqui vai...

[transcrição]

"Meus queridos alunos, com um brilhozinho nos olhos li o vosso email (sónia/o farol), o vosso blog. Adaptei uma letra de jorge palma e saiu estas palavrinhas.

No ISCE a vida é um carrossel
Onde há sempre lugar para mais alguém,
Neste lugar a ternura é feito a lápis de cor

No ISCE o tempo passa a correr
Há sempre gente que pergunta a sorrir:
Será que ainda há mais trabalhos a fazer?

No ISCE a vida não corre sempre igual
De bar em biblioteca de aula em aula
Mas aqui, o sol parece maior
E há ondas de ternura em cada olhar.

É pá, deixem-me estar ao vosso,
Desabafar convosco.
Falar-vos das minhas alegrias de profissão,
Ah, é bom sorrir um pouco,
Descontrair-me um pouco,
Eu sei que vocês vão compreender bem.


Obrigada, é uma honra ter acesso ao vosso espaço."
[Prof. Fernanda Carvalho]

06/02/07

A verdadeira finalidade do post-it...

Para quem tem dúvidas quanto à finalidade do post-it, aqui fica uma dica importante...

Freud, a quanto nos obrigas....

À semelhança dos dias das últimas semanas, hoje é dia de stress com vertente de Psicologia. Apresentações orais dos trabalhos, meus caros... apesar de podermos realizá-las em registos informais, não deixam de ser uma tremenda dor de cabeça, pela pressão exercida pelo factor "avaliação".

Entre nós, em momentos de ócio, falamos acerca de tudo sem o mínimo constrangimento, porque será que chegamos a uma sala de aula e nos comportamos como crianças tímidas?

Será que o segredo está na fruta?

Quantos litros de leite são necessários para fazer um Queijo Limiano...?

Loucuras à parte... o segredo está em ligarmos o "F3", fazermos de conta que estamos descontraídamente no bar, a aguardar a próxima aula e a discutir determinado assunto sem a presença da nossa ilustre Prof. de Psicologia!

Vamos ver se resulta, hoje é a minha vez de ser "atirada aos Leões" - sem conotações desportivas...
Freud, a quanto nos obrigas....

05/02/07

Aos Ratos da Sala....

Caros Ratit@s, hoje é um dia importante para todos nós, nem mais nem menos que os últimos dias mas, muito importante. A ansiedade instalou-se e veio para ficar, talvez por isso tenha sentido necessidade de escrever um post a horas que antecedem o nosso teste de Português. Não sei quantos de vós partilham deste meu nervosismo (calculo que quase todos) e como tal, considero importante uma mensagem de incentivo que apele à serenidade. Temos um objectivo comum e é nesse sentido que devemos caminhar, com tranquilidade, apoio mutúo e diria até, com amizade.
Já que atestámos o "depósito" nestes últimos 6 meses, agora só temos que pôr o pé no acelerador e ganhar a etapa de testes e trabalhos. FORÇA, não se esqueçam que o nervosismo só atrapalha o bom desempenho. Este é só mais um obstáculo a ser ultrapassado nas nossas vidas! Pensem POSITIVO e lembrem-se que tudo é possível. TODOS NÓS vamos conseguir ultrapassar este obstáculo e sair VITORIOSOS, para iniciarmos o 2º semestre com muita determinação e boa disposição.

RELAXEM porque, depois disto....


É SÓ RAMBÓIA....!!!!!!

04/02/07

Um dos nossos últimos desafios...

Por mais infantil que nos parecesse, na Unidade Curricular de Expressão Musical foi-nos proposto o desafio de construir um instrumento musical que primasse pela funcionalidade e criatividade. Parece-me que atingimos os objectivos, independentemente disso, a verdade é que foi bastante divertido todo o stress por que passámos. Aqui ficam as fotos de alguns dos nossos artistas.
Ratito Hélder...
ora aqui está o nosso amigo Hélder com o nosso ratito mascote, mostrando o seu criativo e potente instrumento :) O Hélder adoptou a máxima das Grandes Superficies Comerciais, as campanhas de 3 em 1. E não é que ele conseguiu?! Juntou 3 instrumentos num só e o produto final foi esta maravilha que estéticamente relembra a cara de um palhaço. Muito divertido! :)
Ratita Andreia

Aqui está a nossa coleguita Andreia, com o seu colorido "Reco-reco" minutos antes de o tentar vender... A pequena pegou numa embalagem de Gel de Banho, bem limpinha e cheirosa e pintou-a de forma harmoniosa. Pintou a embalagem, o chão da varanda, o cão e os cortinados da mãe... Mas o resultado final foi este bonito instrumento!


Ratito António


o nosso amigo António, presenteou-nos com um fantástico instrumento que nos lembra "os carrilhões". Com vasos de barro meticulosamente decorados, deu-lhes uma base de tinta e decorou-os com aplicações de figuras de banda desenhada. Muito bonito.


Ratita Cátia

A nossa Cátinha primou pelo efeito visual, onde investiu todas as suas energias :) nada foi deixado ao acaso e, até as "bolinhas" de contacto do instrumento, foram fabricadas em Fimmo, para que obtivesse a tonalidade certa. Muito perfeccionista a Cátinha :) bonito instrumento.



Ratito João Cardoso

o nosso Johny (be good tonight), presenteou-nos com um instrumento bem ao estilo de Bob Marley. Utilizou tubos de p.v.c. de diversos tamanhos, que revestiu com base branca e decorou com símbolos místicos. É de realçar a característica do instrumento preso à cintura, é determinante para o bom funcionamento do instrumento :) Muito bom Johny!


Ratito João Bessa


o nosso ratito Bessa esmerou-se :) com artigos "made by china" construiu um instrumento bastante interessante e inovador. E acreditem que funciona mesmo! Muito criativo o nosso Bessa :)

Ratito João Janeiro


o nosso amigo Janeiro inspirou-se num instrumento de origem indigena que é feito com troncos de àrvore. Confesso que não sei o nome original... O instrumento do Janeiro ficou muito interessante, é um tubo de p.v.c. pintado, e a "boca" é revestida com uma cera para produzir sons bastante peculiares. E imaginem só o transtorno que é andar com ele atrás nos transportes públicos. Muito corajoso! Instrumento muito bonito :)

Ratito Luís


o nosso ratito Luís apresentou-nos uma bela flauta construida em p.v.c., onde fez furos de alta precisão para que os sons produzidos fossem quase perfeitos. Um instrumento simples, bonito e altamente eficaz :) o nosso músico residente ainda teve a gentileza de registar todos estes momentos, "para mais tarde recordar" :)

Ratita Márcia

esta é a nossa "benjamim" Márcia, com o seu instrumento musical, meticulosamente decorado :) esmerou-se em transmitir uma mensagem de alegria, a nossa miúda :)


Ratita Júlia

a nossa amiguinha Júlia presenteou-nos com um bonito instrumento de percussão, muito bem decorado :) com o rigor que lhe é característico, não esqueceu as baquetas. Muito bonito :)


Ratita Isabel


a nossa kiducha Isabel também nos brindou com um instrumento de percussão, igualmente bem decorado. Reparem só nos detalhes das aplicações, tão fofinhas :) e as baquetas, inclusivé.Muito bonito!

Ratita Cândida

a ratita Cândida apresentou um instrumento muito bonito. A base é uma cabaça, e a parte exterior está envolta em croché que ela própria fez, com aplicações de missanges. Ao sacudir-se o instrumento, as missangas batem na cabaça, gerando sons muito agradáveis. Bonito instrumento :)

Ratito Vítor

o nosso amigo Vítor trouxe-nos um instrumento de sopro, inspirado nas flautas dos Andes. Tubos de p.v.c. de vários tamanhos, envolvidos em fita decorativa, deram origem a um bonito instrumento musical :)


Ratita Rita

Esta carinha laroca, a Ritinha, presenteou-nos com esta maravilha de instrumento :) decoração muito fofinha. Tchinky wincky, ela e o instrumento!

Ratita Sónia

esta bizarra ratita, euzinha, brindou-nos com uma caixa de ressonância. Concretamente com uma Cítara, instrumento muito utilizado na Grécia Antiga, para acompanhamento dos poetas quando declamavam. Tendo como base uma caixa de vinho em cartão (D.Gaio reserva 2000), 8 cordas de nylon de diferente espessura, gerou a Cítara, instrumento da familia da Harpa e da Lira :)

E depois de apresentarmos os instrumentos e os respectivos trabalhos escritos, onde deveria constar informação detalhada do instrumento, etapas de construção, materiais utilizados, fotografias, etc... lá respiramos fundo novamente, até ao próximo desafio da semana...

02/02/07

A origem do nome

O nome "ratos da sala" surgiu de forma muito espontânea e natural.
Era uma vez... uma Prof. de Metodologia da Investigação que aguardava os seus alunos para dar inicio à sua aula. Constatando o seu atraso por se terem "embrenhado" numa aula de Psicologia, a Prof. em tom de brincadeira com contornos de desabafo refere que os ditos alunos parecem "ratos da sala", pois distraem-se com os horários esquecendo inclusivé o período de pausa para cefézinho, bem como as aulas seguintes...
Desde então, nós, os alunos dessa turma, "encarnámos a personagem" e adoptamos o nome com muito carinho, sendo conhecidos por todos como os "Ratos da Sala". Resta-nos agradecer à nossa Prof. de Metodologia, pois o nome assenta-nos como uma luva.
Já agora, e para dar continuidade ao nome, cedeu-nos este ratito que entretanto se tornou a nossa imagem de marca :)